Entre a dor e o nada, o que vc prefere?
Eu prefiro a dor...
Não quero dizer que a dor seja fácil, mas, que me venha a dor impagável do aprendizado que é viver. Que me venha a dor inevitável à qual as tentativas nos remetem. Que me venha logo, sempre e intensa, a dor do amor...
Prefiro o escuro da noite a nunca ter me extasiado com o brilho da Lua...
Prefiro o frio da chuva a nunca ter sentido o cheiro de terra molhada...
Prefiro o recolhimento cinza e solitário do inverno a nunca ter me sentido inebriada pela magia acolhedora do outono, encantada pela alegria colorida da primavera e seduzida pelo calor provocante do verão...
E nesta exata medida, prefiro a tristeza da partida a nunca ter me esparramado num abraço...
Prefiro o amargo sabor do “não” a nunca ter tido coragem de sair da dúvida...
Prefiro o eco ensurdecedor da saudade a nunca ter provado o impacto de um beijo forte e apaixonado... daqueles que recolocam todos os nossos hormônios no lugar!
Prefiro a angústia do erro a nunca ter arriscado...
Prefiro a decepção da ingratidão a nunca ter aberto meu coração...
Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido a nunca ter amado ensandecidamente.
Prefiro a certeza desesperadora da morte a nunca ter tido a audácia de viver com toda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível...
Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada... Não há – de fato – algo mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o “nada”.
E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez...
Porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar...
Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo...
Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração...
Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros... Mas que eu nunca, jamais deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e sobretudo, vou amar mais uma vez... e não somente uma pessoa, mas tudo o que for digno de ser amado!
quarta-feira, 21 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Não importa onde você parou...
Em que momento da vida você cansou...
O que importa é que sempre é possível recomeçar.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo...
É renovar as esperanças na vida e, o mais
importante...
Acreditar em você de novo.
Sofreu muito neste período? Foi aprendizado...
Chorou muito? Foi limpeza da alma...
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia...
Sentiu-se só diversas vezes?
É porque fechaste a porta até para os anjos...
Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da tua melhora...
Onde você quer chegar? Ir alto?
Sonhe alto... Queira o melhor do melhor...
Se pensarmos pequeno... Coisas pequenas teremos...
Mas se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente, lutarmos pelo
melhor...
O melhor vai se instalar em nossa vida.
Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.
(Carlos Drummond de Andrade)
domingo, 23 de agosto de 2009
A morte
Ela estava deitada, e não conseguia se mover.
Ela sentia a doença lhe corroendo por dentro, e sentia minuciosamente cada pedacinho de seu corpo deixando de responder, e embora estivesse de olhos abertos não conseguia enxergar, ela ouvia vozes, e uma lhe era familiar, era sua mãe, em prantos, a lamentar a morte de sua filha.
Ela ficou pasma por um momento,e sentiu uma força estranha que lhe puxava para fora de seu corpo, era como se ... ela estivesse sendo sugada pela areia movediça.
Ela sabia que aquilo era morrer, apesar de nunca ter sentido essa sensação, de certa forma lhe causava uma estranha euforia pois ela finalmente estava a um instante de sanar todas as dúvidas que permearam sua existência.
Ela relutava para não sair de seu corpo, porque sabia que uma vez que estivesse fora, jamais voltaria.
Ela sentia medo, e dor,a dor era exclusivamente causada pelo pranto de sua mãe, ela nunca imaginou que causaria tanto sofrimento a alguem que amava tão irremediavelmente. Mas o medo, do desconhecido, lhe trazia pavor, e de súbito, ela descobriu todos os mistérios do universo, e notou que morrer não lhe traria dor, que a grande dor da existência era nascer...
Nesse momento ela se entregou ao desconhecido e a sombra lhe consumiu...
O que me alimenta, me destrói?
Certos sofrimentos são prazerosos, mesmo na dor...
O que nos leva a sentir prazer em sentir a dor. É como cutucar a casquinha do machucado, você sabe que quando cutuca, ela demora mais pra cicatrizar, sabe que vai sangrar, que vai arder, mas é mais forte que você, você quer extrair o máximo de diversão que puder a partir dela.
O que nos leva a abrir feridas que já estão quase cicatrizadas? Ou será que a cicatrização é apenas externa, e naquela região sempre ficara uma pele diferente do restante do corpo.
O sofrimento é alimento da alma, assim como todos os outros sentimentos...
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Escolhas
E sempre que surge um problema nós nos fazemos a mesma pergunta:
"Desafia-lo ou recuar?"
Se desafiamos o problema, existem boas chances de vencê-lo, mas a batalha é muitas vezes cansativa, e pode ser em vão.
Ao resolver desafiar um problema, você nunca sabe o que acontecerá, se você será derrotado, vitorioso, ou se o resultado será neutro.
Quando resolvemos recuar, e fugir do problema, temos a falsa impressão de que tiramos um grande peso das costas, que conseguiremos simplesmente deletar o problema da memória, mas na maioria das vezes essa ilusão acaba logo após o recuo.
Você vê que talvez tenha ficado com dois problemas, o problema em si, e o problema ocasionado pelo seu recuo, que dá uma grande desvantagem, e faz com que você perca o que até então conquistou.
Um exemplo engraçado é aquele programa do Show do Milhão. Diante de uma pergunta dificil, poucos tem auto confiança para seguir em frente, a maioria prefere desistir e levar pra casa o consolo de que pelo menos ganhou algo.
Isso nos classifica como covardes? Por termos feito a escolha mais fácil?
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Felicidade, estava com saudade ...
O que é a felicidade senão um estado de espirito? Um sentimento a ser sentido somente hoje, a ser buscado apenas no agora, e que ao ser idealizado perde o encanto...
Um sentimento forjado? Atemporal? Perecível?
Por que as vezes parece ser tão fácil ser feliz, acima de qualquer fator externo que parece estar insistindo no contrário, e as vezes por mais que tudo esteja correndo bem, você não consegue deixar a tristeza de lado?
Um perfume que te transporta a um momento em que você foi feliz, uma fotografia, um trecho de algum livro, e você subitamente tem a felicidade em suas mãos se recorda do que ela é,de como é bom tê-la, e parece que nada nunca mais vai fazer você perdê-la. A felicidade é eterna. Pelo menos enquanto dura.
Como diria o Bruno, Karen em um "Súbito Lapso de Felicidade Espontânea e Inexplicável"
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Vamos perder o juizo hoje?
Perder o juizo...
Aceitar a insanidade sem questiona-la, jogar-se aos prazeres sem medida, não ter medo de errar e não se preocupar tanto em acertar, querer viver o agora sem pensar no daqui a pouco.
JUIZO
Classificação morfossintática:
- [juízo] substantivo masc singular .
Sinônimos: responsabilidade respeito .
Antônimos: insanidade inconsequência .
Palavras relacionadas: dignidade seriedade .
O juízo se assemelha à responsabilidade. É o ato de saber fazer a coisa certa no momento certo, comportar-se como pessoa digna e ser capaz de seguir regras com seriedade e respeito ao próximo. Ser digno de confiança.
Existe paraíso sem perder o juizo?
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A rosa da vida.
Onde haveriam de estar? quem teria as visto?
Será que alguem me devolveria, se achasse?
Estariam elas já secas?
A quanto tempo perdi? por que as perdi?
O galho já sem vida, tinha algum espinhos, que feriram minhas mãos.
As feridas, alguma já cicatrizadas, outras recem adquiridas. Espinhos não secam.
As petálas sim.
Podemos ferir e sermos feridos tantas vezes quanto quisermos, principalmente quando perdemos as esperanças, os espinhos tornam- se mais evidentes ...
Mas as petálas... ah! as petalas! tão delicadas, tão dificeis de serem preservadas...
As petálas não ficam, a não ser que sejam preservadas com magia...
Uma lágrima caiu. O chão tambem estava seco, mas no local em que a lágrima caiu, eu pude ver, a calçada não era cinza como eu imaginei que fosse num primeiro momento. Minha lágrima fez com o que estava por baixo de tanta poeira aparecesse.. Ele era de um vermelho vivo, vibrante, não sei a quanto tempo a verdadeira cor estava escondida por baixo de tanta poeira, os transeuntes que passavam por ali imaginavam qual a cor real daquele chão em que pisavam?
Olhei para o horizonte, o sol estava nascendo, e com ele, a esperança de
não deveria mais chorar pelo que perdi, e sim correr atrás de uma nova rosa ...
quarta-feira, 24 de junho de 2009
"A coisa obscura e inexplicada é vista como mais importante do que a clara e explicada"
"O homem é mais sensivel ao desprezo que vem dos outros, do que os que vem de si mesmo"
terça-feira, 23 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
A alma dos diferentes
Ah, o diferente, esse ser especial! Diferente não é quem pretenda ser. Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros. Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não agüentar, caso um dia venham, a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas. Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porquê de quem o agride. Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em: "Puxa, fulano, como você é complicado". O que é o embrião de um estilo próprio em: "Você não está vendo como todo mundo faz?" O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. (Artur da Távola)
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Quem sou eu?
"...Naturalmente, é muito pouco provável que você um dia tropece numa criatura de outro planeta. Não sabemos nem mesmo se há vida em outros planetas. Mas pode ser que você um dia tropece em si mesmo. Pode ser que um belo dia você pare o que está fazendo e passe a se ver de uma forma completamente diferente. E pode ser que isto aconteça justamente "hoje" ?
“Sou uma criatura estranha”, você irá pensar. “Sou um animal misterioso…”
E então vai ser como acordar de um sono de anos. Como o da Bela Adormecida. “Quem sou eu?”, você irá se perguntar. Você sabe que viaja pelo universo num planeta. Mas o que é o universo?" ..."
"...Para as crianças, o mundo – e tudo o que há nele – é uma coisa nova; algo que desperta a admiração. Nem todos os adultos vêem a coisa dessa forma. A maioria deles vivencia o mundo como uma coisa absolutamente normal.
E precisamente neste ponto é que os filósofos constituem uma louvável exceção. Um filósofo nunca é capaz de se habituar completamente com este mundo. Para ele ou para ela o mundo continua a ter algo de incompreensível, algo até de enigmático, de secreto. Os filósofos e as crianças têm, portanto, uma importante característica comum. Podemos dizer que um filósofo permanece a sua vida toda tão receptivo e sensível às coisas quanto um bebê..."
Um dos meus trechos prediletos de um dos meus livros preferidos, "O mundo de Sofia" de Jostein Gaarder
E se...
Como descobrir como eternizar um sentimento, se tudo que desejo é a vontade de sentir aquele frio na barriga de não saber o que o futuro me reserva? Como me acostumar com a rotina e o aconchego de uma estabilidade emocional, quando a adrenalina e a vontade de viver o desconhecido me atraem e me fazem desejar o daqui a pouco muito mais do que o agora?
Comemos, dormimos, transamos, saímos...
"A gente tem uma vida... uma vida de babacas. Comemos, dormimos, transamos, saímos... cada dia é a repetição incosciente do anterior: a gente come uma coisa diferente, a gente dorme melhor, ou pior, transa com outra pessoa, vamos à um lugar diferente quando saímos, jamais é igual. (...) Mas a gente tem medo do pior. Medo do desconhecido. Então, quer queira, quer não, a gente fica sempre esperando alguma coisa. Do contrário, já teríamos apertado o gatilho, engolido a caixa de comprimidos, pressionado a lâmina da navalha até o sangue jorrar. A gente tenta se distrair, fazer a farra. A gente tenta brincar com a vida para fingir que a domina. A gente anda rápido demais, andamos à beira do abismo, cheiramos em demasia. A gente procura o amor, acha que o encontrou..depois vem a queda, de muito alto. Os rostos suplicantes, a solidão, as mãos sujas, um bebê que chora, a noite, o vazio... (...) E a gente morre lentamente nos nossos apartamentos grandes demais, com sancas no lugar do céu, fartos, entupidos de cocaína e anti-depressivos... E um sorriso nos lábios."
Dimensionar um sentimento?
"Se eu pudesse dar-lhe uma idéia do meu sentimento de solidão! Nem entre os vivos nem entre os mortos, não tenho alguém de quem me sinta próximo. Não se pode descrever como é aterrorizador; e apenas o treino em suportar esse sentimento e o caráter progressivo de sua evolução desde a tenra infância permitem-me compreender que não tenha sido totalmente aniquilado por ele."
terça-feira, 16 de junho de 2009
Errei!
Que coisa ruim!Sempre a mesma história!
Quando se acaba de construir uma casa nota-se que ao construí-la, sem perceber, se aprendeu algo que simplesmente se devia saber bem antes de começar a construir. O eterno e maçante "tarde demais!" A melancolia de tudo que se termina....
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Eles nos deram a dor,ou despertaram nosso cerebro?
Que diz a profunda meia noite?
"Tenho dormido ,tenho dormido!"
De um sono profundo despertei.
O mundo é profundo,mais profundo do que o dia pensava.
Profunda é a sua dor e a alegria mais profunda que o sofrimento.
A dor diz : Passa!
Mas toda alegria quer eternidade,quer profunda eternidade!!!
domingo, 14 de junho de 2009
Superficialidade interior.
Todas as fraquezas que existe em cada um,principalmente.
sábado, 13 de junho de 2009
Vendo sonhos
Eu guardo minhas visões para mim mesma
Bem, mas sou apenas eu querendo me envolver nos seus sonhos e
Você tem algum sonho que gostaria de vender?
Sonhos de solidão
Como uma batida do coração que o deixa maluco
No silêncio das lembranças do que você tinha e do que perdeu"
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Um dia para se gastar...
No dia dos namorados, mesmo quem não tem um (a) namorado (a) acaba gastando.
Que solteiro vai dizer que não pensou sequer uma vez que poderia estar acompanhado hoje? Todos nós precisamos de carinho,mas nessa data isso se torna "um pouco" mais evidente.
E mesmo quem não tem um namorado acaba consumindo algo,seja um presente para si mesmo sob alegação de que você é o maior amor da sua vida,seja com caixas de anti depressivos, ou com um presente para sua sobrinha, só pelo desejo desenfreado de consumir algo.
A questão é que nesse dia, a maioria das pessoas sente necessidade de fazer algo,seja correr desesperadamente atras de um namorado 5 minutos antes da meia noite do dia 12, assistir um filme romântico, chorar e jurar que essa é a ultima vez que você passa um dia dos namorados sozinho,ou sair para beber e "fingir" que não está nem ai com a data, e que você quer mais é ser solteiro eternamente e faz questão de gritar bem alto,nesse dia, para que todos acreditem,mas e você?tambem acredita nisso?
Quem não busca amor na vida? E lembrando que amor é o primeiro passo para sofrer e para fazer outra pessoa sofrer tambem,somos todos sadomasoquistas quando nos sujeitamos a amar e sermos amados por alguem...
Especial Dia dos Namorados
Amar ou ser amado? Na dúvida fique com os dois
O amor se concentra em si mesmo por medo de se deslocar em direção ao outro. Medo sim, pois sabemos que o amor envolve risco de sofrimento derivado de uma eventual perda; sabemos que o narcisista é criatura imatura e que, por tolerar mal dores e frustrações, não se arrisca. Assim, não tendo capacidade para amar, apenas espera receber amor dos outros, além de amar a si mesmo. Essa também não é minha convicção, já que pessoas assim imaturas e medrosas não têm boa auto-estima. Fingem estar bem consigo mesmas mas é só aparência. No fundo, sabem que são um blefe e por isso mesmo se tornam invejosas daqueles que são mais corajosos. Assim, não creio que se amem, de modo que, mesmo se respeitarmos as teses psicanalíticas, não deveriam ser chamadas de narcisistas.
Acredita-se que a maioria das pessoas gosta mais de sonhar com o amor do que viver uma relação correspondida para valer. Alguns amam sem ser amados. Outros são amados, mas não amam. Poucos amam e são amados da mesma forma. "Parece que boa parte das pessoas tem dentro de si um grande medo do amor, medo que predomina sobre o desejo. Assim, prevalece o medo de perder a individualidade e, principalmente, o medo da felicidade"
Gikovate